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Saúde da Mulher · · 2 min de leitura

Evento na Câmara

No último dia 15/05, no plenário da Câmara Legislativa do DF, o Dr. Portocarrero falou sobre a prevalência e importância da endometriose.

A endometriose é um problema comum. Às vezes, ela pode ocorrer em gerações seguintes de uma mesma família. Embora, normalmente, a endometriose seja diagnosticada entre 25 e 35 anos, a doença provavelmente começa quando a menstruação regular se inicia.

Endometriose é uma condição na qual o endométrio, mucosa que reveste a parede interna do útero, cresce em outras regiões do corpo.

Fatores de risco

Uma mulher cuja mãe ou irmã tem endometriose apresenta seis vezes mais probabilidade de desenvolver a doença do que as mulheres em geral. Outros possíveis fatores de risco:

Começar a menstruar muito cedo;

Nunca ter tido filhos;

Ciclos menstruais frequentes;

Menstruações que duram sete dias ou mais;

Problemas como hímen não perfurado, que bloqueia a passagem do sangue da menstruação;

Anormalidades no útero.

O primeiro sintoma da endometriose é a dor pélvica, quase sempre associada ao ciclo menstrual. No entanto, mulheres com endometriose costumam dizer que a dor pélvica, durante o período de menstruação, é muito pior do que o normal e vai aumentando conforme o tempo.

Outros sintomas bastante frequentes da doença são:

Dismenorreia (dores no período menstrual);

Dor no baixo abdômen ou cólicas que podem ocorrer por uma semana ou duas antes da menstruação de forma cíclica;

Dor de profundidade na relação sexual

Dores ao urinar e evacuar;

Sangramento excessivo durante os períodos menstruais;

Infertilidade;

Fadiga;

Diarreia;

Náuseas.

A intensidade da dor não está relacionada à extensão do problema. Pode acontecer da paciente nem ao menos perceber que tem endometriose, nos casos em que a doença não manifesta sintomas. Além disso, muitas vezes os sinais da doença podem ser confundidos com os de outras. Por isso, é muito importante consultar um médico antes de dar início a qualquer tipo de tratamento.

Conteúdo de caráter informativo e educacional. Não substitui a consulta médica, o diagnóstico ou o tratamento individualizado. Em caso de sintomas, procure avaliação especializada.

Procure avaliação especializada.