Endometriose, SOP, miomas, pólipos e alterações das tubas estão entre as principais causas de infertilidade feminina. Conhecê-las é o primeiro passo.
A infertilidade é definida como a ausência de gravidez após 12 meses de tentativas regulares sem contracepção. Entre as causas femininas, algumas doenças ginecológicas se destacam — e muitas delas têm tratamento.
Endometriose
A endometriose pode comprometer a fertilidade por distorcer a anatomia pélvica, afetar os ovários e gerar um ambiente inflamatório desfavorável. É uma das causas mais frequentes de dificuldade para engravidar.
Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP)
A SOP é a causa mais comum de anovulação crônica: sem ovulação regular, a gravidez se torna difícil. Ciclos irregulares, acne e aumento de pelos são sinais que merecem investigação.
Miomas e pólipos
Dependendo da localização, miomas — especialmente os submucosos — e pólipos endometriais podem dificultar a implantação do embrião e aumentar o risco de perdas gestacionais.
Alterações das tubas uterinas
Obstrução tubária e hidrossalpinge, muitas vezes consequência de infecções pélvicas prévias, impedem o encontro do óvulo com o espermatozoide ou reduzem as chances de implantação.
O primeiro passo é investigar
Todas essas condições podem ser diagnosticadas com avaliação clínica e exames adequados — e a maioria tem tratamento, seja cirúrgico, medicamentoso ou por reprodução assistida. Se você tenta engravidar há mais de um ano (ou há mais de seis meses, após os 35 anos), procure avaliação especializada.
Conteúdo de caráter informativo e educacional. Não substitui a consulta médica, o diagnóstico ou o tratamento individualizado. Em caso de sintomas, procure avaliação especializada.